sexta-feira, 27 de março de 2009

APROVEITE A PÁSCOA SEM ENGORDAR!!!


O ovo de Páscoa simbolizada a fertilidade e a esperança de nova vida. Para quem está preocupado com a boa forma e o peso, essa época é vista com receio por causa dos chocolates. Entretanto, sabendo a diferença entre os ovos de chocolate, fica mais fácil fazer a melhor escolha.
Ovo de chocolate branco: como ele é produzido a partir da manteiga, a quantidade de gordura que ele apresenta é maior do que os outros tipos de chocolate. 
Ovo de chocolate ao leite: produzido a partir da pasta de cacau, contendo açúcar, leite, leite em pó ou condensado.
Ovo de chocolate meio amargo: apresenta uma quantidade maior de açúcar em relação ao chocolate amargo.
Ovo de chocolate amargo: preparado com cacau havendo pouca adição de açúcar, podendo conter ou não leite.
Ovo de chocolate sem açúcar, light ou diet: os ovos feitos com chocolate diet ou light não apresentam adição de açúcar e, por isso, recebem essa denominação. Esse tipo de ovo deve ser consumido por diabéticos e evitado por quem deseja reduzir a quantidade de calorias da dieta.
Conforme estudos são desenvolvidos, benefícios são encontrados para a saúde com a ingestão de chocolate. O chocolate apresenta antioxidantes que combatem o envelhecimento celular e, também, está relacionado com a redução do LDL ou colesterol ruim. Mas não se engane. Esses benefícios são observados nos chocolates amargo ou meio amargo. Opte por ovos de Páscoa feitos com eles e evite o ao leite e branco. Mas não se esqueça: consuma em pequena quantidade para que o valor calórico deles não prejudique o seu emagrecimento.
Fonte: Dieta e Saúde 

segunda-feira, 23 de março de 2009

HÁBITOS SIMPLES QUE TE AJUDAM A MANTER A FORMA

Talvez, mais difícil que adquirir uma boa forma, seja mantê-la. Normalmente após atingido o objetivo temos uma tendência ao relaxamento e acabamos por negligenciar alguns fatores importantes para a manutenção daquela conquista. Mas com pequenos hábitos e um pouquinho de disciplina podemos prevenir essa recaída.

1º - Nunca pule o café da manhã, procure comer frutas que são ricas em fibras, vitaminas, minerais e lhe darão energia para começar o dia bem disposto.

2º - Durante o dia beba muita água (algo em torno de 2/2.5 litros). A água ajudará a eliminar as toxinas produzidas pelo corpo.

3º - Entre as refeições, faça pequenos lanches para manter seu metabolismo acelerado. Opte por alimentos saudáveis como iogurtes, barras de cereal ou frutas.

4º - No almoço e/ou jantar começe pela salada, ela lhe trará mais saciedade e você não comerá tanto depois.

5º - Antes dos exercícios, ingira carboidratos complexos (absorção moderada ou lenta)  para que o corpo tenha energia disponível e não utilize a proteína muscular como fonte energética.

6º - Após os exercícios, ingira carboidratos simples (rápida absorção)  e proteínas, para repor as reservas de glicose e ajudar na reconstrução muscular, respectivamente.

Siga essas dicas e mantenha sua saúde!!!

quinta-feira, 19 de março de 2009

RT3 AGORA É IRONGUIDES!!!


É com enorme prazer que venho anunciar uma mudança que, com certeza, trará grandes frutos! A Equipe RT3 Training System foi incorporada pela empresa Ironguides! Portanto, apartir de agora serei o representante dessa empresa no Brasil e técnico responsável pelos atletas brasileiros.
A Ironguides é uma empresa de prescrição de treinamento online especializada em triathlon que atende atletas em todo o mundo e agora está entrando com força total no Brasil. Só para se ter uma idéia, ela já é a empresa de treinamento oficial das melhores e mais conceituadas provas do país, o Ironman e o Ironman 70.3! 
Na Ironguides utilizamos um sistema de treinamento chamado de "O Método", consagrado por fazer vários campeões de Ironman, 70.3 e ITU. Só para citar alguns nomes que treinam utilizando o "Método": a bicampeã mundial de Ironman Crissie Wellington, a vencedora de diversos Ironman Belinda Granger, o versátil Reinaldo Colucci, Stephen Bayliss, Bella Comeford, Erika Csomor,  Lisbeth Kristensen, Vinícius Santana entre outros tantos amadores top age group! 
Se você quizer fazer parte desse time, como eu faço agora, acesse : http://ironguides.net/ ou mande um e-mail para rodrigo.tosta@ironguides.net

" Your best is our business."

sexta-feira, 13 de março de 2009

SHORT TRIATHLON NO ATERRO DO FLAMENGO

Nesse fim de semana (domingo - 8:30h) estará acontecendo a primeira prova de triathlon do ano no Rio de Janeiro. A prova terá as distâncias de 750m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida. Acontecerá no Aterro do Flamengo e terá recorde de inscritos (270). A prova contará, ainda, com grandes nomes do triathlon no estado como Virgílio de Castílio, Marcus Ornellas, Raul Furtado e Rita Corrêa. Gostaria de parabenizar a FTERJ, pela iniciativa e organização!
Estarei marcando presença, juntamente com meus atletas Alexandre Ventura e Jorge Nasseh.

sexta-feira, 6 de março de 2009

RENOVAÇÃO NO TRIATHLON BRASILEIRO?!!!

Durante os ciclos olímpicos de Sidney 2000 e Atenas 2004, o Brasil contou com grandes nomes do triathlon representando o país nas competições internacionais, sendo Paulo Miyashiro, Juraci Moreira e Leandro Macedo entre os homens, além de Carla Moreno, Mariana Ohata e Sandra Soldan entre as mulheres. Já em Pequim 2008 esse número foi reduzido, já que no feminino apenas Mariana esteve presente, enquanto entre os homens o então veterano Juraci competiu ao lado do jovem Reinaldo Colucci. Esse cenário indica que a renovação no triathlon brasileiro caminha a passos curtos e que num futuro próximo essa será menos uma modalidade com representantes canarinhos.
Antônio Carlos Moreira do Amaral, o Cali, treinador da delegação brasileira na Olimpíada de Sidney e no Pan de 2007, comenta o porquê desta realidade. “O esporte no Brasil é muito voltado para o coletivo, o individual necessita de uma cultura diferenciada”. Segundo ele, o triathlon exige muito do atleta e o Brasil ainda não enxerga o esporte como profissão, já que um atleta depois dos 17 anos deixa o esporte para se preparar para a universidade. “A partir daí acaba-se a ‘brincadeira’ para se trabalhar ou estudar”, completa Cali.Além disso, o treinador ressalta que as provas no Brasil são muito caras e que os principais campeonatos acontecem no norte do país, dificultando o acesso dos possíveis expoentes das regiões sul e sudeste. “Aqueles que têm recursos financeiros acabam parando, pois os pais não querem que ele viva do esporte, enquanto os que poderiam ter uma chance não entram para o esporte, pois é muito caro”. Para ele, a solução seria investir no lado social, com um projeto em longo prazo, que renderia frutos após 10 ou 15 anos.Exemplo - A falta de renovação ficou evidenciada na disputa do Mundialito de Fast Triathlon feminino este ano, prova em que o Brasil foi representado por Vanessa Gianini, Fernanda Bau e Pamela Oliveira, que obtiveram a terceira posição. Em anos anteriores, Carla Moreno, Mariana Ohata e Sandra Soldan oscilaram entre a conquista do título e um segundo lugar na concorrência com as estrangeiras. Para Cali, o número reduzido de atletas nas categorias de base resulta no baixo nível de competitividade. “Elas fizeram o que puderam no nível que têm hoje. São três atletas num horizonte muito pequeno, teríamos que ter umas 40 a 100 meninas na categoria juvenil em pé de igualdade, mas temos um número muito reduzido”. O treinador acredita que para surgirem grandes expoentes é necessário que haja uma gama de opções. “Do mínimo, estamos tirando muito pouco”.Nem tudo está perdido, porém, já que desta pequena amostra vez ou outra surgem alguns atletas com potencial, como a jovem Victória Remaili, que no último dia oito conquistou o primeiro lugar em sua categoria no Triathlon Internacional de Santos. Aos 14 anos, ela fechou sua primeira prova olímpica (1,5 quilômetros de natação; 40 de bike e 10 de corrida) com 2h30min40, uma diferença de menos de 30 minutos para a campeã geral Carla Moreno (2h02min36).“Ela tem uma cabeça muito boa para este tipo de prova e tem recurso para arcar com as despesas”, avalia Cali. “Temos que dar tempo ao tempo para ver se ela quer viver do esporte e esperar a reação da família quando ela tiver 16 a 17 anos”, acrescenta. “Ainda que ela tenha feito um tempo bom, eu preferiria que ela tivesse competindo com mais 20 a 30 meninas da mesma idade”. Ele lembra que na época em que a Carla começou a disputar provas, a Mariana e a Sandra também já estavam no alto rendimento e a competição entre elas fez com que elas se transformassem no “trio de ferro” do triathlon brasileiro. O tempo irá dizer se termos ou não novas revelações.
Por Alexandre Koda

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

NOVO DESAFIO!!!


Como principal foco esse ano, eu e meu atleta Alexandre Ventura teremos pela frente o IRONMAN FRANKFURT (ALEMANHA), dia 05/ 07. A prova é considerada o campeonato europeu de IM e conta com a presença dos principais atletas que correm o mundial em Kona, entre eles Chris Mc Cormac, Eneko Llanos, Faris Al Sultan, Timo Bracht e outros...

Acesse e curta um pouco do que aconteceu na prova do ano passado: http://www.youtube.com/watch?v=hD8pYFBYPRk

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

CÂMBIO ELETRÔNICO - SHIMANO

A bicicleta, uma máquina de tração humana por excelência, vai entrar na longa lista de aparelhos que trocaram o manual pelo eletrônico quando um novo sistema de marchas fizer sua estréia no fim de semana do Tour da Califórnia.
A Shimano promete levar facilidade e precisão à mudança de marchas, que acontece ao leve toque de dois botões, a preocupação dos tradicionalistas é se o aparelho pode erodir os princípios básicos do esporte.
"As pessoas escolhem a bicicleta precisamente porque seu movimento exige apenas esforço humano, e nada poderia ser mais simples, independente e autônomo," escreveu Raymond Henry, um historiador do ciclismo de Saint Etienne, França, em uma mensagem de e-mail. "Qualquer fonte externa de energia, não importa quão fraca, vai contra essa filosofia."
Se o sistema de câmbio vai se tornar o novo iPod e redefinir a tecnologia do ciclismo ou acabar como a versão do esporte da fita de oito faixas, isso dependerá de inúmeros fatores, os mais óbvios sendo desempenho, confiabilidade e custo.
Duas versões anteriores da mudança eletrônica de marcha, da companhia francesa Mavic, falhavam com freqüência na chuva. E outra companhia, Campagnolo, adiou o lançamento de sua versão devido à desaceleração econômica.
A versão da Shimano, conhecida como Dura-Ace Di2 7970, está sendo usada por três equipes profissionais competindo na Califórnia: Columbia High Road, Garmin Slipstream e Rabobank. Cerca de 10 ciclistas correrão com o sistema, apesar de terem usado o aparelho em apenas um ou dois treinos desde que o receberam no final da semana passada.
Bob Stapleton, proprietário e gerente geral da Columbia, disse que muitos de seus ciclistas tinham dúvidas sobre o uso de bicicletas que podem literalmente ficar sem bateria. O sistema Di2 não tem ativação manual caso a bateria acabe. Isso pode ser irritante ou desastroso, dependendo do terreno e da relação de transmissão que a bicicleta estiver. A Shimano estima que a bateria dure cerca de 1,6 mil quilômetro por carga.
"Suas carreiras podem ser definidas pelos resultados de uma única corrida," disse Stapleton sobre seus corredores. "Portanto, eles priorizam a confiabilidade acima de tudo."
Stapleton, um experiente ciclista amador, tem usado extensivamente o sistema Di2 e é um convertido.
"Acho que toda bicicleta top de linha vai ter um daqui a três anos, talvez menos," disse, acrescentando que o sistema também elimina boa parte da manutenção exigida por sistemas mecânicos.
Um conjunto completo de peças com marchas eletrônicas vai custar cerca de US$ 1.250 a mais do que a última versão mecânica, vendida por cerca de US$ 2.750. O custo de atualizar um sistema Shimano deverá ficar em torno de US$ 2,2 mil. O sistema vai funcionar em praticamente todas as bicicletas de corrida.
Este ano, a Giant, maior fabricante de bicicletas do mundo, vai oferecer uma bicicleta projetada para usar apenas partes eletrônicas por cerca de US$ 14 mil, que inclui o custo do Di2. Se os consumidores aceitarem bem o aparelho, ele provavelmente vai seguir o padrão de outros eletrônicos e baixar de preço significativamente com o tempo.
A tecnologia de mudança eletrônica de marchas passou por um longo tempo de desenvolvimento. Protótipos do primeiro sistema da Mavic, o Zap, fizeram uma breve aparição no Tour de France de 1992 e a companhia lançou sua segunda tentativa, o Mektronic, em 1999.
Tanto Shimano, que está para as peças de bicicleta como a Microsoft está para o software de computador, quanto sua respeitável competidora italiana Campagnolo passaram boa parte desta década testando protótipos do sistema em bicicletas de corredores profissionais. Os protótipos não costumavam ostentar marcas, provavelmente para limitar o constrangimento de resultados infelizes como os do Zap.
Os sistemas da Campagnolo e da Shimano compartilham o projeto básico de descarriladores mecânicos. Um paralelogramo move a corrente para trás ou para frente e, na parte de traseira, há duas rodas que mantêm a corrente firme.
Dois botões eletrônicos atrás da alavanca do freio permitem que o ciclista mude de marcha. Um leve toque em qualquer um dos botões do Di2 envia um sinal eletrônico através de um fio até um pequeno motor dentro do câmbio descarrilador, movendo a corrente com o giro de uma engrenagem helicoidal. Mesmo Devin Walton, porta-voz da Shimano, reconhece que no descarrilador traseiro há pouca ou nenhuma diferença na mudança de marchas entre as opções eletrônica ou mecânica da companhia.
Os ganhos ficam mais óbvios, entretanto, no descarrilador frontal, que move a corrente entre os dois grandes anéis dentados na manivela da bicicleta.
Isso é possível em parte porque o descarrilador eletrônico frontal é capaz de realizar reajustes constantes para refletir as mudanças da posição da corrente causadas pelo descarrilador traseiro, usado com maior freqüência. Isso permite que o frontal use um mecanismo de mudança de marcha mais eficiente, um que poderia até mesmo deixar ciclistas distraídos sem os inoportunos ajustes de um sistema mecânico.
A Campagnolo acredita em seu sistema eletrônico e espera por uma recuperação econômica antes de lançá-lo. "Recebemos respostas extremamente positivas sobre a rapidez, precisão e facilidade da mudança de marchas," disse Lerrj Piazza, porta-voz da Campagnolo.
Como as equipes de ciclismo dependem do patrocínio de empresas como Shimano para sua sobrevivência financeira, muitos ciclistas demonstraram relutância em discutir suas preocupações acerca do sistema, que incluem a possibilidade de falhas na bateria e a dificuldade de mudar marchas usando luvas devido aos pequenos e sensíveis botões. Mas após alguns treinos, George Hincapie, da Columbia, disse concordar com o proprietário da equipe, Stapleton, sobre seus méritos.
"A marcha é impressionante," disse. "Fiquei impressionado no momento em que experimentei."
A ação do sistema eletrônico é tão desprovida de esforço que, comparada às alavancas mecânicas, deixa o usuário se sentindo quase desconectado da bicicleta.
Após experimentar o sistema, Jonathan Vaughters, chefe-executivo da Garmin Slipstream, prevê que ele será inicialmente mais comum em bicicletas especiais para corridas de tempo e triatlos. Vaughters, ex-ciclista profissional, acredita que boa parte da margem de dois segundos com que Chris Boardman ganhou a corrida de abertura do Tour de France de 1997 se deveu ao descarrilador eletrônico Mavic que usava. O aparelho, que funcionou nos 7,3 quilômetros da corrida, permitiu que Boardman mantivesse sua posição aerodinâmica mesmo enquanto trocava marchas.
Se o Di2 se provar confiável e um sucesso no mercado, não espere por uma transmissão automática a seguir. Walton diz que um sistema desse tipo, pelo menos para bicicletas de corrida, precisaria analisar o estado físico de um ciclista, além de ler sua mente.
"Não há como o sistema saber quando você vai disparar," disse Walton. "Em uma competição, você precisa estar no controle."

Tradução: Amy Traduções
The New York Times